Quarta-feira, Maio 31, 2006
Sábado, Maio 27, 2006
Terça-feira, Maio 23, 2006
Certa vez ela saiu de sua caverna, em direção a outra. Viajou de olhos cerrados. Talvez se perdesse pelo caminho, talvez encontrasse a si mesma, pouco provável. Mas se passou que ela me encontrou, vagando só pelo mundo, por aparência, eu era um dos seus, e não teve medo. Falei dessa vida de aqui fora, abri seus olhos, e por certo tempo ela entendeu. Fui seu tutor por curto tempo, logo ela já voltava para sua caverna, eles a forçaram, mais cedo do que deveria. Assim com seu recresço contava do mundo que viu lá fora, mas isso não se faz. A mudaram a força, e agora o brilho do Sol é muito forte para se sair da escuridão, se tornou mais agradável ficar ali.
Somos iguais, de tempos diferentes. Distinguimos-nos nas escolha, aceitação à liberdade, isso por insegurança.
Aventurar-me-ei uma ultima vez pela escuridão, caberá a ela ficar ou não.
Como irônico são falsas verdades, medo de se perder quando já se encontra sem norte há tempos, talvez aquela fosse a verdadeira.
Somos iguais, de tempos diferentes. Distinguimos-nos nas escolha, aceitação à liberdade, isso por insegurança.
Aventurar-me-ei uma ultima vez pela escuridão, caberá a ela ficar ou não.
Como irônico são falsas verdades, medo de se perder quando já se encontra sem norte há tempos, talvez aquela fosse a verdadeira.
Segunda-feira, Maio 22, 2006
Em Paris, um amor passado me viu pagando uma conta em um dos tantos cafés, não digo ainda como senti, pois esta parte é contada por ela. Perguntei como ia, se ela já havia terminado a universidade, me respondei que não, que havia largado tudo e mudado para cá para escrever seu livro. Vivia com seu namorado em um pequeno apartamento de bela vista e um pouco bagunçado como ela sempre foi, “minha cama é como sempre quis” ela disse. Já havia cinco anos que não tínhamos notícias um do outro. Disse-lhe que ficaria na cidade por três dias depois seguiria viagem para Roma. Minha namorada chegou chamando, me despedi e assim aos poucos desapareci de sua vida. Ela voltou com seu para o pequeno apartamento, e nunca mais me viu. Mas antes da minha ultima silhueta desaparecendo, ela reparou em um pequeno detalhe, a pulseira que eu ainda levava, símbolo de nosso amor...
Fui-me triste, a contrario do que a ela pensou que me parecia feliz, por isso não me procurou ela disse. Eu esperava uma resposta, uma pergunta, uma chance de encontramos novamente. Uma mostra que ainda finalmente ela lutou por nosso amor, pois na verdade por mesmo motivo nos separamos, o cansaço da luta continua e sem retribuição me fez desistir. Mas se ela naquele momento, fizesse uma simples pergunta, “você esta feliz?” eu recobraria minhas forças, daria tudo que um dia já pensei em não possuir mais, por já ter esgotado em sua posse. Nada disse ela. Logo em frente joguei meu amor fora, a pulseira afundava no Rio Senna, minha namorada perguntou:
_Que passa? Nunca te vi assim.
_É que a pulseira já estava velha mal cuidada demais... - respondi.
Fui-me triste, a contrario do que a ela pensou que me parecia feliz, por isso não me procurou ela disse. Eu esperava uma resposta, uma pergunta, uma chance de encontramos novamente. Uma mostra que ainda finalmente ela lutou por nosso amor, pois na verdade por mesmo motivo nos separamos, o cansaço da luta continua e sem retribuição me fez desistir. Mas se ela naquele momento, fizesse uma simples pergunta, “você esta feliz?” eu recobraria minhas forças, daria tudo que um dia já pensei em não possuir mais, por já ter esgotado em sua posse. Nada disse ela. Logo em frente joguei meu amor fora, a pulseira afundava no Rio Senna, minha namorada perguntou:
_Que passa? Nunca te vi assim.
_É que a pulseira já estava velha mal cuidada demais... - respondi.
Domingo, Maio 21, 2006
sinto saudade dos tempos que ainda existiam boas noites, do tempo que alguém desejava isso para mim. realidade outra hoje, na verdade tento me convenser que o faço por ninguém, mal consigo acreditar. gostaria que fosse verdade.
Sábado, Maio 20, 2006
o que doi é sentir sem fazer o mesmo, é sofrer por algo que nem mesmo se lembra. está e não se fala, está e não se importa mais. enquanto festejamos, outros morrem de tristeza, a vida é assim, mas eu não queria fazer parte dessa vida.
Quinta-feira, Maio 18, 2006
talvez não seja ela, talvez seja por. talvez seja eu, talvez nós. talvez todos. mas a questão leva-me a perguntas, e estas a respostas, muitas as quais não queria aceitar. espero que eu esteja errado, porém a certeza é tanta de não estar. acho que aquele encontro tão esperado não será mais tão, acho que não por minha parte...
Quarta-feira, Maio 17, 2006
Domingo, Maio 14, 2006
começo com meu sentimento por uma janela, que pensava já ter deixado a tempos para trás. aquela janela do mês de julho do ano já passado, de uma volta de onde um dia pensei que gostaria de ter minha casa. hoje me encontro já tão distante daquele inverno, mas ainda tenho frio, mais que antes. que sonhos tão grandes foram esses que mudaram tanto meus olhos, mas eles começam a perecer, tento me agarrar a eles, mas seu próprio criador diz entre linhas ser em vão. talvez eu ainda esteja na mesma janela me arrependendo por ter trocado de assento.
Sábado, Maio 13, 2006
"Fazer poesia é confessar-se"
Klopstock, Friedrich
O que me resta é escrever, quem sabe cantar...
"...Do You Realize - that happiness makes you cry
Do You Realize - that everyone you know someday will die
And instead of saying all of your goodbyes - let them know
You realize that life goes fast
It's hard to make the good things last
You realize the sun doesn't go down
It's just an illusion caused by the world spinning round
Do You Realize - that you have the most beautiful face ..."
Segunda-feira, Maio 08, 2006
Ava Adore - Smashing Pumpkins
It's you that I adore
You'll always be my whore
You'll be a mother to my child
And a child to my heart
We must never be apart
We must never be apart
Lovely girl, you're the beauty in my world
Without you, there aren't reasons left to find
And you'll pull your crooked teeth
You'll be perfect just like me
You'll be a lover in my bed
And a gun to my head
We must never be apart
We must never be apart
Lovely girl, you're the murder in my world
Dressing coffins for the souls I've left to die
Drinking mercury to the mystery
Of all that you should ever leave behind
In time
In you I see dirty
In you I count stars
In you I feel so pretty
In you I taste God
In you I feel so hungry
In you I crash cars
We must never be apart
Drinking mercury to the mystery
Of all that you should ever seek to find
Lovely girl, you're the murder in my world
Dressing coffins for the souls I've left behind
In time
We must never be apart
And you'll always be my whore
'Cause you're the one that I adore
And you'll pull your crooked teeth
You'll be perfect just like me
In you I feel so dirty
In you I crash cars
In you I feel so pretty
In you I taste God
We must never be apart
It's you that I adore
You'll always be my whore
You'll be a mother to my child
And a child to my heart
We must never be apart
We must never be apart
Lovely girl, you're the beauty in my world
Without you, there aren't reasons left to find
And you'll pull your crooked teeth
You'll be perfect just like me
You'll be a lover in my bed
And a gun to my head
We must never be apart
We must never be apart
Lovely girl, you're the murder in my world
Dressing coffins for the souls I've left to die
Drinking mercury to the mystery
Of all that you should ever leave behind
In time
In you I see dirty
In you I count stars
In you I feel so pretty
In you I taste God
In you I feel so hungry
In you I crash cars
We must never be apart
Drinking mercury to the mystery
Of all that you should ever seek to find
Lovely girl, you're the murder in my world
Dressing coffins for the souls I've left behind
In time
We must never be apart
And you'll always be my whore
'Cause you're the one that I adore
And you'll pull your crooked teeth
You'll be perfect just like me
In you I feel so dirty
In you I crash cars
In you I feel so pretty
In you I taste God
We must never be apart





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